Como Funciona o Mercado de Seguros no Brasil

O mercado de seguros no Brasil funciona de forma compartilhada entre as Federações das seguradoras filiadas e que conformam a CNseg.

O que é a CNseg?

A CONFEDERAÇÃO NACIONAL DAS EMPRESAS DE SEGUROS GERAIS, PREVIDÊNCIA PRIVADA E VIDA, SAÚDE SUPLEMENTAR E CAPITALIZAÇÃO-CNSEG é uma associação civil, com atuação em todo o território nacional, que congrega as Federações que representam as empresas integrantes dos segmentos de Seguros, Previdência Privada Complementar Aberta e Vida, Saúde Suplementar e Capitalização.

 MISSÃO

É congregar as lideranças das Associadas, elaborar o planejamento estratégico do setor, colaborar para o aperfeiçoamento da regulação governamental, coordenar ações institucionais de debates, divulgação e educação securitária e representar as Associadas perante as autoridades públicas e entidades nacionais e internacionais do mercado de seguros.

OBJETIVOS INSTITUCIONAIS

  • Representar perante os Poderes Executivo, Legislativo e Judiciário, os direitos e interesses dos segmentos de Seguros, Resseguros, Previdência Privada e Vida, Saúde Suplementar e Capitalização;
  • Exercer a representação política e institucional dos setores representados;
  • Promover a permanente defesa dos interesses dos setores representados junto ao respectivo mercado, aos poderes públicos, às instituições da sociedade civil e demais entidades da classe;
  • Atuar na criação e aprimoramento de leis, normas e regulamentos que aumentem a eficiência dos segmentos econômicos representados, mediante interação e cooperação com autoridades e instituições da sociedade civil;
  • Apoiar e desenvolver ações para a implantação de políticas públicas e privadas de interesse dos setores representados;
  • Desenvolver pesquisas, projetos, programas de formação, qualificação e certificação profissional;
  • Promover a divulgação das ações do setor e produzir material para divulgação e aprimoramento da imagem institucional;
  • Gerir o Plano Integrado de Prevenção e Redução da Fraude em Seguro;
  • Atuar nas relações internacionais ligadas aos segmentos representados, podendo participar ou associar-se a organismos e associações internacionais relacionadas com a atividade;
  • Prestar serviços às associadas e a outras entidades, diretamente ou mediante contratação de terceiros, bem como firmar contratos, acordos ou convênios com entidades públicas ou privadas, no interesse dos setores representados;
  • Firmar convênios ou termos de cooperação com entidades afins, com ou sem ônus, voltados para os objetivos institucionais. 

Do exposto fica claro que o funcionamento do setor de seguro, no Brasil, passa necessária e obrigatoriamente pelos dispositivos legais das quatro federações que conformam a CNseg, como suas representantes (constituídas pelas seguradoras) que são regulamentadas e fiscalizadas pela SUSEP incluso a CNseg.

Como deu para perceber o mercado de seguro tem muita legislação e obrigações, bem diferente de associações. Se quiser segurança de verdade para garantir seu patrimônio, a única forma é realizar o seguro com SEGURADORAS. Associações não respondem legalmente como seguradoras e você pode correr o risco de ficar sem o seu patrimônio.

O Meu Seguro Mais Barato trabalha exclusivamente com seguradoras que estão autorizadas pela SUSEP a atuar no Brasil. Que seguem todas as exigências da CNseg.

A proteção do MSMB onde mais importa

A proteção do MSMB onde mais importa

Você já pensou em fazer um seguro residencial? Há quem pense que proteger um imóvel pode sair caro. Mas o preço pode ser mais em conta do que muita gente imagina. Por um valor anual de até 0,2% do custo total da cobertura, você pode proteger o seu imóvel contra incêndio, roubo, danos elétricos, raios além de danos a terceiros. Segundo especialistas, é bem menos do que um seguro de automóvel, que pode significar 10% do valor total da proteção de um carro.

Claro que o preço muda de acordo com as coberturas e planos escolhidos, mas o valor para proteger o seu lar e, consequentemente, as pessoas que moram com você vale à pena. Mesmo assim, ainda é possível abaixar o preço e contratar com a Meu Seguro Mais Barato e ter as melhores cotações do mercado.

O seguro residencial tem por finalidade proteger o patrimônio do consumidor. Não somente a estrutura física de uma residência, mas também, em algumas opções, garantir tudo o que está dentro do imóvel (televisão, mesa, cadeira, estrutura elétrica, entre outros). O que um seguro residencial irá cobrir depende do que o morador contratou.
A simulação do seguro residencial é importante pois você poderá comparar preço entre diferentes seguradoras e produtos. Como antes de qualquer compra, para encontrar o melhor preço é preciso comparar em nosso site meuseguromaisbarato.com.br.

Aqui na MSMB, você pode fazer a simulação do seu seguro residencial online! É só preencher nosso formulário e os valores serão enviados para o seu e-mail. Simule e veja como vale à pena a proteção do MSMB onde mais importa!

Itens de segurança que você tem que estar sempre de olho no carro

Itens de segurança do carro

Um dos bens mais importantes é o nosso carro, mas para que ele nos auxilie no dia a dia da forma devida, é preciso estar atento a alguns itens de segurança.

Não se trata apenas dos cuidados ao abastecer, para evitar que combustíveis adulterados prejudiquem o motor; ao guardar o veículo, preferindo vagas na sombra e em locais seguros; ou ao lavar, preocupando-se em retirar todos os resíduos de poeira sem arranhar a pintura do automóvel. Embora esses sejam os cuidados mais conhecidos, existem também outros aspectos do veículo aos quais você deve se atentar, e segurança é algo fundamental.

Quando o assunto é segurança nos automóveis, o Brasil ainda está bem atrás do padrão estabelecido em mercados como Estados Unidos, Europa e Japão. Felizmente, com a adoção da obrigatoriedade de ABS e airbags frontais, a partir de 2014, parte dessa defasagem foi superada. Veja, a seguir, os principais itens de segurança – e porque eles são importantes.
Pneus: Parte essencial para o carro e para a segurança de todos, o pneu deve ser trocado sempre que o desgaste atinja a marca do TWI. Isso indica que o pneu está impossibilitado para uso e representa perigo.

Freios

O freio de mão é indispensável para o veículo quando ele está estacionado, principalmente em locais íngremes, evitando que o carro deslize. Desde 2014 todos os carros fabricados no Brasil precisam conter Freios ABS

Limpador de para-brisa

Indispensável em caso de chuva, o limpador de para-brisa tem a função de retirar sujeiras e demais fluídos do para-brisa. Ele precisa estar em perfeita condição de uso para garantir a segurança em dias chuvosos.

Cinto de segurança

Todos os ocupantes do veículo devem estar com os cintos de segurança devidamente colocados. Esse é um item básico e essencial para a segurança.
Luzes: Lanternas de freio e emergência, setas e luzes de ré precisam estar funcionando corretamente para que o veículo seja conduzido em total segurança.


Evolução Do Mercado De Seguro No Brasil- 2006/2016

Mercado de seguros cresceu 200% nesses dez anos (18 de maio de 2017)

Somente em 2016, o setor de seguros faturou o montante de R$ 132 bilhões. A dez anos atrás, o valor acumulado era de R$ 44 bilhões, representando um crescimento de 200% durante aquele período.

De acordo com o levantamento realizado pelo assessor de economia do Sincor-SP, Francisco Galiza, no período, o Índice Geral de Preços (IGPM) cresceu 89%; o Índice Nacional de Preços ao Consumidor Amplo (IPCA) 82%; o dólar comercial, 60%. “Ou seja, o mercado de seguros brasileiro superou com folga esses indicadores”, declara.

O estudo, ainda, aponta que o aumento não foi uniforme, já que o seguro saúde cresceu 295%, o seguro de pessoas avançou 264%, enquanto que o seguro de automóvel variou para 144%.

Veja-se os indicadores abaixo:

Ramo (R$ Milhões) 2006 2016
Auto (sem DPVAT) 13.338 32.560
Pessoas (sem VGBL) 9.404 34.231
Saúde 9.112 36.030
Patrimonial 4.993 12.964
Demais 7.108 16.356
Total 43.955 132.141
Ramo (Composição %) 2006 2016
Auto (sem DPVAT) 30% 25%
Pessoas (sem VGBL) 21% 26%
Saúde 21% 27%
Patrimonial 11% 10%
Demais 16% 12%
Total 100% 100%
Ramo (Evolução) 2006 2016
Auto (sem DPVAT) 100 244
Pessoas (sem VGBL) 100 364
Saúde 100 395
Patrimonial 100 260
Demais 100 230
Total 100 301

Fonte: Comunicação Sincor-SP

Os dados acima apresentados, sem dúvida, apontam que o setor de seguro, no Brasil, está imune a crise econômico-financeira por que passa o país nos anos 2006 a 2016 estendendo-se, portanto, aos anos de 2017 e 2018.

Note-se que para contratação de seguros, no Brasil, é exigida a intermediação de um corretor de seguros habilitado, que é uma pessoa especializada, com os conhecimentos necessários para orientar o segurado sobre quais seguros contratar, com quais coberturas e com quais limites. O corretor é um representante do segurado e não tem vínculo com as seguradoras, por esta razão, um mesmo corretor é capaz de oferecer seguro de diversas seguradoras. A necessidade do intermediário remete ao problema de conflitos de interesse entre a seguradora e o cliente (a seguradora é uma instituição econômico-financeira que visa lucro, e portanto pode não esclarecer pontos importantes para o pagamento da indenização ou prêmio, por exemplo).

Hoje, no Brasil, muitas das empresas seguradoras já disponibilizam sistemas próprios para cálculos e contratação de seguros pela Internet. Você pode fazer sua cotação de seguro auto aqui no nosso site Meu Seguro Mais Barato.

Quando Surgiu o Seguro no Brasil?

O seguro no Brasil surge e desenvolve-se com a fuga  de Portugal ou vinda para o Brasil da Família Real Portuguesa e a abertura dos portos, em 1808, fatos que intensificaram a navegação. A primeira empresa seguradora foi a Companhia de Seguros Boa-Fé, que surgiu no mesmo ano, com objetivo operar no seguro marítimo.

Naquele período, as atividades seguradoras eram regulada pelas leis portuguesas do Reino do Brasil, Portugal e Algarves instituído pelo Rei Dom João VI. Somente em 1850, muito depois da Independência do Brasil, com a promulgação do “Código Comercial Brasileiro” (Lei n° 556, de 25 de junho de 1850) é que o seguro marítimo foi, pela primeira vez, estudado e regulado em todos os seus aspectos.

O advento do “Código Comercial Brasileiro”, no Império, foi de fundamental importância para o desenvolvimento do seguro no Brasil, incentivando o aparecimento de inúmeras seguradoras, que passaram a operar não só com o seguro marítimo, expressamente previsto na legislação, mas, também, com o seguro terrestre. Até mesmo a exploração do seguro de vida, proibido expressamente pelo Código Comercial, foi autorizada em 1855, sob o fundamento de que o Código Comercial só proibia o seguro de vida quando feito juntamente com o seguro marítimo. Com a expansão do setor, as empresas de seguros estrangeiras começaram a se interessar pelo mercado brasileiro, surgindo, por volta de 1862, as primeiras sucursais de seguradoras sediadas no exterior.

Essas sucursais transferiam para suas matrizes os recursos financeiros obtidos pelos prêmios cobrados, provocando uma significativa evasão de divisas brasileiras. Assim, visando proteger os interesses econômicos do País, foi promulgada, em 5 de setembro de 1895, a Lei n° 294, dispondo exclusivamente sobre as companhias estrangeiras de seguros de vida, determinando que suas reservas técnicas fossem constituídas e tivessem seus recursos aplicados no Brasil, para fazer frente aos riscos aqui assumidos.

Algumas empresas estrangeiras mostraram-se discordantes das disposições contidas no referido diploma legal e fecharam suas sucursais no Brasil. Na oportunidade o mercado segurador brasileiro já havia alcançado desenvolvimento satisfatório no final do século XIX. Concorreram para isso, em primeiro lugar, o Código Comercial, estabelecendo as regras necessárias sobre seguros marítimos, aplicadas também para os seguros terrestres e, em segundo lugar, a instalação, no Brasil, de seguradoras estrangeiras, com vasta experiência em seguros terrestres.

Em 1939, foi criado pelo Governo Vargas o Instituto de Resseguro do Brasil (Atual, IRB Brasil Re), com a atribuição de exercer o monopólio, (quebrado em 2007), do resseguro no país. Em 1966, foi criada a Superintendência de Seguros Privados (SUSEP), para substituir Departamento Nacional de Seguros Privados e Capitalização como órgão oficial fiscalizador das operações de seguro, estabelecendo-se assim, no Brasil,Sistema Nacional de Seguros Privados.